1001 álbuns para ouvir antes de morrer
'1001 Albums You Must Hear Before You Die’
16 de Junho de 2010

the beatles - revolver (1966)‘Revolver’ é o sétimo álbum dos ‘Beatles’ e está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Considerado ainda mais inovador do que seu antecessor ‘Rubber Soul’, de 1965, ‘Revolver’ marca a adesão oficial dos Beatles ao psicodelismo, desde a música oriental "Love You To", da solidão de "Eleanor Rigby", ao experimentalismo psicodélico de "Tomorrow Never Knows", uma das primeiras músicas ao estilo do emergente rock psicodélico. A música foi inspirada no livro de Timothy Leary, "O Livro Tibetano da Morte" e inicialmente se chamaria "The Void" ou "Mark I". Há ainda grandes influências psicodélicas nas músicas “Doctor Robert” e “She Said She Said”. "Eleanor Rigby" é mais uma música de McCartney com arranjos orquestrados e somente com a participação de Paul e iria se chamar "Miss Daisy Hawkins", mas o nome foi mudado para "Eleanor Rigby", em homenagem a um túmulo que ficava perto do local onde a antiga banda de John, 'The Quarrymen', se apresentava. Pela primeira e única vez, George consegue colocar três músicas de sua autoria em um álbum dos Beatles. "Taxman" é uma crítica aos altos impostos ingleses cobrados de pessoas com altos ganhos como os Beatles. No trecho em que George canta "Mr. Wilson" e sobre "Mr. Heath" ele refere-se especificamente a Harold Wilson, primeiro ministro inglês do partido trabalhista, e a Edward Heath, líder da oposição do partido conservador, políticos da época. "I Want To Tell You" fala sobre a sua dificuldade em se expressar em um momento que vivia uma avalanche de pensamentos. E em "Love You Too", George traz mais uma vez o uso de instrumentos indianos. Há suposições de que músicas como "She Said, She Said", "Dr. Robert", "Got To Get You Into My Life" tenham sido escritas durante o uso de drogas. Na música "She Said She Said" John supostamente se inspirou em sua segunda experiênica com LSD. Há um trecho que diz "I know what it's like to be dead" ("Eu sei como é estar morto") frase que Peter Fonda teria lhe dito após tomar ácido. Nela George toca baixo na música após Paul largar as gravações em decorrência de uma briga com John Lennon. "Dr. Robert" fala sobre um médico que receitava anfetaminas a seus pacientes famosos. Paul reconheceria mais tarde que "Got To Get You Into My Life" falava de sua experiência com a maconha e foi feita inspirada na soul music americana com o uso de metais. Em ‘Revolver’ McCartney novamente escreve suas baladas. "For No One", ele escreveu para Jane Asher, sua namorada na época e se chamaria inicialmente "What Did I Die?". E a clássica "Here, There And Everywhere" uma das músicas preferidas de John. A capa foi criada pelo alemão Klaus Voormann, amigo dos Beatles desde a época em que eles foram tocar em Hamburgo e traz uma ilustração feita com desenhos e colagens de fotos feitas pelo fotográfo Robert Whitaker.


01. Taxman
02. Eleanor Rigby
03. I’m Only Sleeping
04. Love You To
05. Here, There and Everywhere
06. Yellow Submarine
07. She Said She Said
08. Good Day Sunshine
09. And Your Bird Can Sing
10. For No One
11. Doctor Robert
12. I Want to Tell You
13. Got to Get You into My Life
14. Tomorrow Never Knows


download:
Revolver (1966)


the beatles - eleanor rigby






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1001 albums you must hear before you die


É um livro de referência musical editado por Robert Dimery, co-fundador da Revista Rolling Stone e que escreve para a Time Out e Vogue. Originalmente publicado em 2005, o livro é constituído por uma lista de 1001 discos lançados entre 1955 e 2008, escolhidos por críticos, divididos por décadas e organizados em ordem cronológica. O livro foi revisto em 2007, 2008 e 2009, para incluir álbuns recentes. Todos são analisados conforme a importância na época, impacto sobre o público e vendagem. Os brasileiros indicados são analisados por Andrew Gilbert, especialista em música brasileira. Os 1001 discos não são unanimidade e o ‘porque’ de uns estarem no livro e outros não, são perguntas inevitáveis, há muita porcaria e muitos esquecidos.
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